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segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Paranormal @ 21:23

só porque eu aaaaaaamo essa musica e eu estou tentando pegar ela no violão




"eu não sou psicopata
embora só ande de terninho e gravata
as pessoas para mim na rua olham torto
e prefeririam com certeza me ver morto
para nunca mais ver meu rosto
para não dar mais nenhnum desgosto"


*yay eu finalmente ganhei um novo violão... eu nao, papai recebeu de volta o violão que o irmao dele pegou quando ele ainda era novo. Mas ta muuuito bem cuidado, parece novo. E eu tomei dele kkk XD E agora eu criei vergonha na cara e estou aprendendo a tocar! ;D

**minha garota ficou pronta! muito lindinha ela ficou! XD amanha posto foto dela! ;D


bjss

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quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Júpiter Maçã @ 20:19



Flávio Basso, também conhecido como Júpiter Maçã ou Jupiter Apple, é um cantor, compositor, cineasta e guitarrista brasileiro de carreira solo.

Seu primeiro disco solo, A Sétima Efervescência (1997), é calcado nos moldes de The Piper at the Gates of Dawn, do Pink Floyd, com psicodelia e experimentação (e por um leve momento, um prenúncio de sua obra ulterior, o final de "Sociedades Humanóides Fantásticas", uma bossa-nova psicodélica). As músicas desse disco são grandes referências do rock gaúcho. Contém algumas fixadas no imaginário underground, como "Um Lugar do Caralho" (regravada por Wander Wildner no disco Baladas Sangrentas), "Eu e Minha Ex" (com a parceria de Marcelo Birck nos arranjos) e "As Tortas e as Cucas".

Após experimentar um grande sucesso com o lançamento desse disco, torna-se Jupiter Apple, compõe em inglês, e decide misturar bossa-nova e vanguarda. Muitos fãs não o entenderam, preferindo a psicodelia mais acessível de A Sétima Efervescência. Essa mistura inusitada está muito bem feita no seu segundo disco, Plastic Soda (1999). Ele começa com uma canção de nove minutos, "A Lad and a Maid in the Bloom", que define o caráter inovador do disco.
Em 2002 é lançado Hisscivilization, o disco mais ambicioso (e talvez incompreendido) de Jupiter Apple. Longas experimentações eletrônicas (destaque para "The Homeless and the Jet Boots Boy"), bossas elétricas e lounge, valsa, cítaras e moogs, condensados em momentos, ora de leveza, ora de paranóia. É seu disco mais hermético: se, para os que estavam acostumados com o rock and roll de Os Cascavelletes, a A Sétima Efervescência já era algo inesperado (psicodelia em doses cavalares), a reação causada pelos dois discos da fase Apple são ainda mais dramáticas.
Em 2006 era esperado o lançamento do disco Uma Tarde na Fruteira. Nele, o "Apple" volta a ser "Maçã", mas continua explorando o lado brasileiro e experimental, com músicas já eternizadas no subconsciente do underground porto-alegrense, como "A Marchinha Psicótica de Dr. Soup". Esse álbum pode ser considerado o mais acessível do autor. De certa forma, tudo que já foi composto pelo Júpiter está resumido neste disco: desde canções mod sessentistas, levezas jazz, baladas domingueiras à Bob Dylan com concretismos e timbres eletrônicos.

Eu gosto de:
  • A Marchinha Psicótica de Dr. Soup
  • As Mesmas Coisas
  • Ela Sabe o Que Faz
  • Hey Girl, What You're Gonna Do?
  • O álbum "A Sétima Enfervescencia"
para baixar as musicas: trama virtual



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